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CONTEMPORANEIDADE 1 UM DISCURSO SOBRE AS CIÊNCIAS Santos, Boaventura de Sousa (1995)

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1 CONTEMPORANEIDADE 1 UM DISCURSO SOBRE AS CIÊNCIAS Santos, Boaventura de Sousa (1995)

2 A modernidade e seus nomes A situação presente das CIÊNCIAS Ambiguidades Passado Futuro 1. Os séc. XVI ao XVIII são a pré-história do que hoje somos; 2. Os séc. XVIII e XIX são o campo teórico em que hoje ainda nos movemos: O século XX não começou; 4. O séc. XXI, uma sociedade tecnológica, de comunicação e interatividade total; 4. O séc. XXI já terminou antes de começar: a catástrofe nuclear e ecológica são o presente. Uma mentalidade, Uma sensibilidade, Uma atitude, As contradições, O transitório, As revoluções, Os conflitos.

3 Como enfrentar períodos de transição e ambiguidades impactantes? Metáforas, autores, ideias, conceitos Enfrentando as Ambiguidades Presente Passado Futuro As crianças em Galileu (Brecht, Galileu Gallilei. São Paulo: Ed. Abril Cultural, 1980). As Revoluções científicas. (Copérnico, Galileu e Newton) As crianças em Rousseau (1750), as Revoluções sociais, materiais e políticas do século 1790 – XVIII e XIX - 1945. (Adam Smith e Ricardo/ Lavoisier e Darwin/Marx e Durkheim – Weber e Pareto/ Humboldt e Planck/Poincaré e Einstein) Voltar às coisas simples ou Formular perguntas simples.

4 Como enfrentar períodos de transição e ambiguidades impactantes? Metáforas, autores, ideias, conceitos Enfrentando as Ambiguidades Presente Passado Futuro Revolução científica do século XVI. Copérnico ( 1543), influenciado por Aristarco de Samus, sec. III a.C., Heliocentrismo) Ilustração do modelo Heliocêntrico do Universo de acordo com Copérnico, Revolução das Orbitas Celestes http://www.ccvalg.pt/astronomia/historia/copernico.htm Voltar às coisas simples ou Formular perguntas simples.

5 Como enfrentar períodos de transição e ambiguidades impactantes? Metáforas, autores, ideias, conceitos Enfrentando as Ambiguidades Presente Passado Futuro Revolução científica do século XVI - XVII. Kepler, As Harmonias do Mundo (1619), demonstração do cálculo das órbitas de Vênus, Marte, Júpiter e Saturno) lustração do livro As Harmonias do Mundo http://astro.if.ufrgs.br/bib/bibkepler.htm Voltar às coisas simples ou Formular perguntas simples.

6 Como enfrentar períodos de transição e ambiguidades impactantes? Metáforas, autores, ideias, conceitos Enfrentando as Ambiguidades Presente Passado Futuro Revolução Científica século XVII. Galileu 1598-1600 Tratado Mechanica (1634, Paris) 1613 – História das Manchas Solares (Rotação Sol) 1630 – Diálogo dos Dois Sistemas do Mundo (Julgado e condenado 1633) 1638 – Discurso das duas novas ciências, Mecânica e Dinâmica (Holanda) lustração do livro Diálogo http://astro.if.ufrgs.br/bib/bibkepler.htm Voltar às coisas simples ou Formular perguntas simples.

7 Como enfrentar períodos de transição e ambiguidades impactantes? Metáforas, autores, ideias, conceitos Enfrentando as Ambiguidades Presente Passado Futuro Revolução Científica século XVII. Newton “Suas investigações experimentais, acompanhadas de rigorosa descrição matemática, constituíram-se modelo de uma metodologia de investigação para as ciências nos séculos seguintes”. 1687 - os Princípia http://www.ghtc.usp.br/Biografias/Newton/Newton3.htm Voltar às coisas simples ou Formular perguntas simples.

8 Fim do séc. XX e começo do XXI Conceitos, noções científicas... Na modernidade científica a filosofia começou a se tornar epistemologia Do grego episteme = ciência, quer dizer Teoria do Conhecimento Científico A modernidade científica Descartes (séc. XVII) Discurso sobre o Método (1637) (dúvida Metódica) Pensamento lógico Do grego Logos = palavra, pensamento Aristóteles 350 a.C. “discursos em que, dadas algumas coisas, outras derivam necessariamente! Perdemos a confiança Epistemológica. O que é isto?

9 Fim do séc. XX e começo do XXI Conceitos, noções científicas... A principal consequência da ciência moderna é a separação entre Ciência, Filosofia e Artes Filosofia Grego philia (amor, amizade) + sophia (sabedoria) = “amor pelo saber” A filosofia envolve, então nossa capacidade de sentir, de emocionar, de sermos tomados pelos afetos. Entre os séc. V-IV a.C., o termo sophia designava um tipo de saber ligado a vida prática, como o artesanato e o comportamento ético. A partir do séc. III d.C., o termo ganhou o aspecto mais teórico, ligado à atividade intelectual e abstrata. Perdemos a confiança Epistemológica. O que é isto?

10 Como enfrentar períodos de transição e ambiguidades impactantes? Metáforas, autores, ideias, conceitos Enfrentando as Ambiguidades Presente Tarefas para o Presente -Relações entre ciência e virtude (ética); -Valor do conhecimento dito ordinário, vulgar, prático, comum (a sophia grega séc. III a.C.); -Qual a contribuição positiva E negativa do conhecimento científico acumulado para os diferentes povos, indivíduos.... O que caracteriza uma pergunta simples? “Aquela que atinge o magma mais profundo de nossa perplexidade” Boaventura, 1985.

11 A crise do Paradigma Dominante Metáforas, autores, ideias, conceitos Enfrentando as Ambiguidades Presente Tarefas para o Presente -Relações entre ciência e virtude (ética); -Valor do conhecimento dito ordinário, vulgar, prático,comum (a sophia grega séc. III a.C.); -Qual a contribuição positiva E negativa do conhecimento científico acumulado para os diferentes povos, indivíduos.... O que caracteriza uma pergunta simples? “Aquela que atinge o magma mais profundo de nossa perplexidade” Boaventura, 1985.

12 O Paradigma Emergente 1ª Físico Social Durkheim (p.42) “os fenômenos sociais devem ser estuados como se fossem fenômenos naturais” As Ciências Naturais são a aplicação de um conhecimento universalmente válido, o único válido. Fatos/fenômenos sociais são coisas, Objetos Deve-se, então, fazer com que os fatos sociais tenham condições de Observação, Medição, de matematização, enfim. Para cumprir esta exigência retira-se o CONTEXTO. Interrogam Vertentes do Paradigma Dominante nas Ciências Sociais

13 O Paradigma Emergente 2ª Subjetivista Esta vertente reivindica para as Ciências Sociais um estatuto METODOLÓGICO próprio. C.N. C.S. Objetivo Intersubjetivo Explicativo Descritivo Nomotético Compreensivo Limites: Fixam-se em binarismos Natureza/Ser Mecanicismo/Singularidade Natureza Cultura Humano/Animal Para cumprir esta exigência faz da ação humana uma experiência radicalmente SUBJETIVA. Tradições teóricas Ver pg. 42. Interrogam Vertentes do Paradigma Dominante nas Ciências Sociais

14 O Paradigma Emergente 1ª Todo conhecimento científico é natural e social; 2ª Todo conhecimento é local e social; 3ª Todo conhecimento é auto conhecimento/auto biográfico; 4ª Todo conhecimento científico deve converter-se em senso comum. Em 4 TESES

15 O Paradigma Emergente Característica: Dá-se o deslocamento sujeito epistêmico para o sujeito empírico. Argumento principal: Os pressupostos, os sistemas de crenças, os juízos de valor não estão nem antes, nem depois da explicação científica na Natureza ou da Sociedade. Um bom exemplo: Antropologia A grande distância empírica sujeito – objeto é anulada. Indígenas/Aborígenes Pesquisador europeu Inventa-se a aproximação Trabalho de campo, etnografia, observação participante Europeus estudado por Pesquisador europeu Força-se uma separação Questionários de profundidade, entrevista estruturada, analise de documentos... 3ª Todo conhecimento é auto conhecimento/auto biográfico (ver p.53) Descartes.

16 O Paradigma Emergente Característica: deixa os DUALISMOS Natureza Cultura Natural/ Artificial Vivo/Inanimado Mente/Material Observador/Observado Subjetivo/Objetivo Coletivo/Individual Animal/Pessoa Argumento principal: As C.N. aproximam- se das C.S. por meio da incorporação de alguns conceitos, noções e teorias da C.S. 1ª Todo conhecimento científico é natural e social;

17 O Paradigma Emergente Característica: Dissolução das fronteiras disciplinares. Feyerabend Epistemologia ou Polítca? Sartre Filosofia ou Crítica literária? Castañeda Antropologia ou Literatura? Foucault Filosofia, Sociologia, Psicologia, Ciência Política, História ou Antropologia? Argumento principal: O conhecimento avança a medida que o objeto se amplia e não por especialização. Exemplo: o conhecimento Arborescente procede por diferenciação das funções e alastramento das raízes em busca de novas e variadas interfaces. P. 47-48. 2ª Todo conhecimento é local e social;

18 O Paradigma Emergente Característica: Dá-se o deslocamento sujeito epistêmico para o sujeito empírico. Argumento principal: Os pressupostos, os sistemas de crenças, os juízos de valor não estão nem antes, nem depois da explicação científica na Natureza ou da Sociedade. Um bom exemplo: Antropologia A grande distância empírica sujeito – objeto é anulada. Indígenas/Aborígenes Pesquisador europeu Inventa-se a aproximação Trabalho de campo, etnografia, observação participante Europeus estudado por Pesquisador europeu Força-se uma separação Questionários de profundidade, entrevista estruturada, analise de documentos... 3ª Todo conhecimento é auto conhecimento/auto biográfico (ver p.53) Descartes.

19 O Paradigma Emergente Característica: O conhecimento mais ligado a ensinar a viver. Todo conhecimento visa constituir-se em Senso Comum/Conhecimento Prático/Empiricidades da Vida. Isto implica em aceitar a instabilidade e a incerteza de todo o conhecimento produzido. Argumento principal: Ruptura Epistemológica. Aprofunda-se a discussão da produção do conhecimento com as humanidades. Estudos históricos, Jurídicos, Filosóficos, Literários, Linguisticos, etc... 4ª Todo conhecimento científico deve converter-se em senso comum.


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